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“Interculturalidade, Direitos Humanos e Paz”

Por Águeda Varela, Instituto para a Diplomacia Cultural.

Palestra com Maria de Belém Roseira, presidente do Partido Socialista português (PS)

“Todos conhecem a Declaração Universal dos Direitos Humanos, e é sempre importante relembrar que «Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.»”

Ao citar o primeiro artigo da Carta dos Direitos Humanos que Maria de Belém Roseira, presidente do Partido Socialista deu início à palestra “Interculturalidade, Direitos Humanos e Paz” realizada durante a sua passagem pelo Instituto de Diplomacia Cultural em Dezembro de 2012.

Maria de Belém focou a importância de ter em conta os princípios dos direitos humanos quando se fala de Interculturalidade, uma vez que que cada ser humano tem direitos que não podem ser negados independentemente da sua origem, género, raça ou mesmo religião e etnia.

É com base nestes princípios, que os valores essenciais para as relações internacionais no século XXI são a liberdade, igualdade, solidariedade, tolerância, respeito pela natureza e responsabilidade partilhada. Para a presidente do PS existe a necessidade de “Uma nova visão da Paz” construída a partir de uma cultura de paz e que assenta no respeito pelos direitos humanos, cooperação, comunicação e não-violência entre as nações.

O tema da migração foi também abordado para explicar a Política Internacional para a Coerência do Desenvolvimento, onde Maria de Belém Roseira salientou o papel de Portugal na priorização da relação com os países de língua oficial portuguesa que inclui planos de acção para a integração dos imigrantes como os Centros Nacionais e Locais de Apoio ao Imigrante.

Para finalizar, e após referir que os imigrantes são parte da solução e não o problema dos países, Maria de Belém aludiu ao facto de que para viver num mundo de igualdade e paz “as pessoas cujo presente oferece apenas exemplos de fracasso, derrota, frustração e humilhação devem procurar no seu passado motivos para continuar a acreditar em si mesmas”. É por isso necessário que o século XXI tenha mais emoções a acompanhar as ferramentas racionais que o ser humano já possui.

Center for Cultural Diplomacy Studies Publication

Institute for Cultural Diplomacy

www.ccds-berlin.de

www.culturaldiplomacy.org

“Interculturality, Human Rights and Peace”

By Águeda Varela, Institute for Cultural Diplomacy.

Lecture by Maria de Belém Roseira, President of the portuguese Socialist Party

“Everyone knows the Universal Declaration of Human Rights, and it is always important to remember that” All human beings are born free and equal in dignity and rights. They are endowed with reason and conscience and should act towards one another in a spirit of brotherhood. ‘”

By quoting  the first article of the Charter of Human Rights Maria de Belém Roseira, President of the Socialist Party, started the lecture “Interculturality, Human Rights and Peace” held during her passage by the Institute for Cultural Diplomacy December of 2012. Maria de Belém focused on the importance of taking into account the principles of human rights when it comes to Interculturality, since every human being has rights that cannot be denied regardless of origin, gender, race or religion and ethnicity.

Based on these principles, the values ​​essential to international relations in the twenty-first century are freedom, equality, solidarity, tolerance, respect for nature, and shared responsibility. For the president of the PS there is a need of “A New Vision of Peace” constructed from a culture of peace and based on the respect for human rights, cooperation, communication and non-violence between nations.

The issue of migration has also been approached to explain the International Policy Coherence for Development, where Maria de Belém Roseira underlined Portugal’s role in prioritizing the relationship with the Portuguese-speaking countries which includes action plans for the integration of immigrants as National Centres and Local Immigrant Support.

Finally, after noting that immigrants are part of the solution and not the problem of the countries, Maria de Bélem alluded to the fact that to live in a world of equality and peace “people whose present offers only examples of failure, defeat, frustration and humiliation scour their past for reasons to keep believing in themselves”. It is therefore, necessary that the twenty-first century have more emotions to follow the rational tools that humans already have.

Center for Cultural Diplomacy Studies Publication

Institute for Cultural Diplomacy

www.ccds-berlin.de

www.culturaldiplomacy.org

 

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